O Menino que descobriu o vento

A história do jovem africano ganhou o mundo por meio de um livro autobiográfico lançado em 2009. Dez anos depois, a narrativa inspirou o filme original da Netflix O menino que descobriu o vento, dirigido pelo britânico Chiwetel Ejiofor (12 Anos de Escravidão), que interpreta o pai de Kamkwamb no longa.

Gênero: O poder do conhecimento pode mudar qualquer situação, até as mais difíceis!

 

Detalhes Técnicos

Nome: The boy who harnessed the wind – O menino que descobriu o vento

Produção Original Netflix e Cornerstone Films

Direção: Chiwetel Ejiofor

Roteiro: Chiwetel Ejiofor 

Lançamento: 1 de março de 2019 na Netflix

Duração: 01h 53 min

Idioma: Alemão, Inglês (original), Italiano, Francês e Português

Legendas disponíveis: Alemão, Inglês (cc), Italiano, Francês, Português e desligada.

Elenco: Maxwell Simba, Chiwetel Ejiofor, Aissa Maiga e Noma Dumézil

Nossa Sinopse Geral

Com uma sede de conhecimento, mesmo vivendo em um ambiente com poucos recursos financeiros, William Kamkwamba, faz algo extraordinário que muda completamente a sua vida e de todos de sua vila em Malawi. Com personagens comoventes este filme vai te conquistar!

Crítica

Classificação:
5/5

O menino que descobriu o vento é um drama britânico, que foi baseado no livro de memórias The Boy Who Harnessed The Wind, de William Kamkwamba e Bryan Meale. Estrelado e dirigido por Chiwetel Ejiofor, é a primeira produção cinematográfica do diretor nos cinemas. O que podemos falar dessa produção? 

A princípio dentro do catálogo da Netflix, o filme não é muito chamativo poderia dizer que a sinopse é até desmotivadora: “Há mais um clichê de superação hollywoodiana”, mas dê uma chance a esse drama que jamais irá se arrepender!

 William Kamkwamba (Maxwell Simba) o personagem principal dessa trama, é um garoto muito inteligente e autodidata que ao conseguir entrar na escola, valoriza a sua biblioteca, após seus pais passarem por uma crise financeira, impedindo de estudar normalmente e assim conseguiu encontrar uma solução  para os problemas de sua família e vizinhança dentro de suas leituras.

 Chiwetel Ejiofor trás com essa produção algo além de um menino que sozinho conseguiu construir uma turbina de energia eólica, nos mostra ao longo do filme a importância e o valor dos estudos, da ecologia, de políticas humanitárias e do senso de comunidade. Conseguimos ver claramente ao longo da trama seus personagens bem desenvolvidos, e claro a minha empatia por um cachorro adorável que consegue marcar presença em cenas comoventes e fundamentais.  

Cheio de simbolismo, o filme envolve o telespectador de uma forma que para pessoas sensíveis já deixo avisado: lágrimas poderão rolar;

 

Cada personagem tem o seu grau de importância, levando Will  a concluir o seu propósito e transmite claramente as mensagens expostas de humanismo e empatia do diretor. O que me deixou mais contente nessa produção, foi as personagens femininas que se mostram fortes e com convicções inabaláveis, apesar das difíceis situações enfrentadas, expondo a importância das mulheres dentro das transformações sociais. 

Podemos elogiar com precisão Ejiofor, a fotografia do filme é bela, com uma iluminação que se adequa bem às peles negras na tela, dando no fim uma produção polida e com cenas de paisagens lindas. 

Então o que está esperando para embarcar nessa viagem às terras africanas?  Vai aprender muito com William e contemplar esse relato verdadeiro, que nos motiva a não desistir e prosseguir a busca do conhecimento. E se já assistiu, dê sua opinião, quero saber qual impressão dessa produção. 

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